sexta-feira, 17 de maio de 2013

Quantidade x Qualidade

Durante uma época da nossa vida não nos importamos muito com a qualidade das coisas, vestimos uma roupa qualquer, calçamos um sapato qualquer, levamos um emprego que nem sempre os satisfaz, ficamos com alguém que nem sempre nos faz feliz.

Não nos importamos sempre com a qualidade das coisas e das pessoas que estão à nossa, volta. Qualquer coisa que nos sacie a vontade de ter ou de estar.

Os anos se passam e percebemos que qualquer roupa não nos cai bem, qualquer sapato vai ferir nossos pés, qualquer amigo não vai ser aquele que vai estar conosco nos momentos bons e ruins, e o amor qualquer vai apenas fazer mal.

Então apenas queremos qualidade, gastamos um pouco mais com roupas e sapatos, selecionamos mais os amigo e também não aceitamos qualquer amor.

Depois de um certo tempo a qualidade impera e a quantidade fica no passado.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Ando com saudade de chuva batendo na janela,

de café da manhã demorado;

abraço apertado,

companhia pra caminhada.

Ando com saudade da conversa sem compromisso,

do riso solto,

do abraço por debaixo do edredom na manhã de inverno.

Estou querendo ter o pouco, que é mais do que suficiente,

na vida de quem vê beleza em momentos simples.

sábado, 11 de maio de 2013

Imediatidade, palavra de ordem….

Vejo que as relações hoje tornaram-se imediatistas. Tudo acontece muito rápido. As pessoas entram e saem das vidas umas das outras com a mesma rapidez de um clique.

Um “enter” aqui, um “delete” acolá e pronto, tudo muda!

tudo é tão rápido que não há qualquer possibilidade de se conhecer realmente a pessoa com quem se relaciona.

Beijam-se rápido demais, vão para o sexo rápido demais, brigam e ama-se com a mesma intensidade de quem viveu anos de casamento.

e tudo acaba tão rápido. separam-se pelo tudo e pelo nada, sem terem vivido realmente um amor. Apenas o que acontece rápido tem validade.

Hoje os casais não se conversam mais. Ando pelas ruas e não vejo mais os casais em mesas ou mesmo em bancos de praça conversando. Quando vou a locais, não vejo mais as pessoas conversando nas mesas, ou em rodas, todas estão munidas de seus celulares supermodernos, “postando” a ultima atividade do dia, o prato de comida que saboreiam, a bebida que consomem. Mas nada, nada mesmo de conversa, de olho no olho.

Será que tudo isso é culpa da internet? Será que vamos ser afogados com a imediatidade das relações e da falta de intensidade dos sentimentos?

Algo a se pensar….