domingo, 10 de julho de 2011

A noite de Salvador.

Em nossa andança pelo centro da cidade fizemos dois novos amigos, Gunnar e Cadu, dois amáveis meninos que são divertídíssimos. Fomos durante todo o nosso caminho fazendo comentários insólitos sobre o que o Guia Mala nos dizia. Pois bem, combinamos com os meninos e com a Karina, tambem nossa nova amiga que iríamos sair à noite pra fazer algo.

Gu e Cadu vieram do hotel deles para nos encontrar no nosso, ja a Karina, que estava no nosso hotel apenas subiu para o nosso quarto. Quando os meninos viram a Natália completamente sem maquiagem, Gu tratou logo de dar um “jeito” nela, passando tudo o que deveria. Natália ficou outra, de alguem que estava passando por problemas ficou com uma carinha de quem estava felizzzzzzzzz.

Pois bem, como não sabíamos o que iríamos fazer, fomos andando do nosso hotel que ficava perto do Farol da Barra até o bar Brisas. Chegando lá, demos de topa com um bando de gringos (acho que Suecos, ja que pareciam quase albinos) sentados em uma mesa enorme. Só haviam eles no bar. Como não tinha qualquer sinal de que iria lotar o local e que por ventura houvesse qualquer música que prestasse, decidimos ir a um rodízio de camarão que nos havia sido indicado pelo pessoal do hotel.

Quando chegamos lá, isso eram por volta das 21h, fomos informados de que estava no fim o tal rodízio e que a cozinha do bar estava sendo fechada, sendo possível apenas servir uma rodada de cada prato do rodízio (um absurdo isso!!!! em qualquer local que se prese as cozinhas fecham por volta da meia noite!!!!). Pois bem, pedimos o nosso rodizio e ainda mais dois paa duas outras pessoas amigas dos meninos que estavam para chegar. Ao pedirmos as nossas bebidas, ficamos doidos com os preços de uma cerva em Salvador, poxa, R$ 7,00 por uma long neck de Devassa é demais. Tivemos que beber Skin pois o boteco nã trabalhava com cerva que prestasse (poxa nem Skoll tinha!!!).

Comemos feito uns doidos, não repetimos nada e fofocamos muito, falamos besteira, bebemos o quanto queríamos, mas a conta também não foi nada barata, acredito que quase R$ 40,00 para cada um. Ao saírmos do boteco pegamos dois taxis, um pros meninos e as amigas deles e outro pra nós quatro (pra variar eu fui de presunto). O povo de lá adirige feito doido, corre demais não respeita qualquer regra de trânsito e ainda não há radares pela cidade. NOsso taxista, que agora não me lembro o nome, era hilário e nos fez rir durante todo o caminho, chegamos

no hotel tremendo de medo mas felizes com a noite.

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